Hoje o dia acordou calmo, com um céu azul suave e aquele solzinho que entra pela janela sem pressa, como se estivesse pedindo licença. Meus gatos, sempre atentos ao conforto, logo se esticaram nos cantinhos mais iluminados da casa — verdadeiros especialistas em aproveitar a luz do fim da manhã. E eu, com minha caneca de chá de camomila nas mãos, só observei a cena com o coração leve.
Tem dias em que a gente não precisa de grandes acontecimentos para sentir que está tudo bem. Um domingo como esse, com cheiro de paz e som de ronronar, me faz lembrar do quanto o silêncio pode ser acolhedor.
Gosto de pensar que esses momentos simples — o chá quente, o gato sonhando no sofá, a leitura tranquila — são pequenas formas de cuidado. Coisinhas que, quando reunidas, viram um cobertor quentinho para a alma. E talvez seja por isso que resolvi escrever hoje: pra guardar essa sensação boa aqui no blog, como quem coleciona lembranças num potinho de vidro.
Te desejo um dia doce, com muitas pausas e pequenos aconchegos.


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