Tem dias em que a gente não quer vencer chefões, nem salvar o mundo. Só quer colher morangos, cuidar de uma cidadezinha mágica, dar carinho nos Pokémon e assistir o pôr do sol de dentro de um joguinho onde tudo parece mais gentil.
Hoje resolvi listar alguns dos meus cozy games favoritos — aqueles que me fazem sorrir devagar, respirar com mais calma e lembrar que viver também pode ser doce.
Animal Crossing: New Horizons
Uma ilha, uma casinha, vizinhos fofos e dias que passam no mesmo ritmo da vida real. Em Animal Crossing, o tempo desacelera e tudo gira em torno de plantar, decorar, conversar, pescar e sorrir.
Por que eu amo: Ele me lembra que tudo bem ir no meu tempo. Que não tem pressa pra ser feliz.


Potion Permit
Você é um alquimista numa cidadezinha cheia de gente adorável (e alguns gatos), onde precisa cuidar das pessoas criando poções e se conectando com a comunidade.
Por que eu amo: A mistura de cuidado, magia e vida simples me acalma. E a trilha sonora é puro abraço.


Cozy Grove
Uma ilha cheia de espíritos fofinhos (e tristes), onde você os ajuda a recuperar memórias e cor. Tudo com arte desenhada à mão, tarefas leves e clima de “um pouquinho por dia já basta.”
Por que eu amo: Me ensina que até fantasmas só querem ser ouvidos e acolhidos.

Pokémon Shining Pearl
Um clássico reconfortante. Reencontrar os pokémons que fizeram parte da minha infância me traz um tipo especial de alegria.
Por que eu amo: A nostalgia acolhe. E batalhar sem estresse, só por diversão, é um respiro bom.


Pokémon: Let’s Go Pikachu
Esse jogo é praticamente terapia. Gráficos lindinhos, Pikachu feliz te seguindo por todo lado, e uma jogabilidade leve e carinhosa.
Por que eu amo: É impossível não sorrir quando o Pikachu olha pra você com aquele olhinho brilhando.


Stardew Valley
Meu grande amor dos cozy games. Cuidar da fazenda, fazer amizade com os moradores, explorar cavernas (sem susto) e assistir as estações mudarem.
Por que eu amo: Tudo nele é conforto: da música ao ritmo. Já perdi as contas de quantas vezes recomecei.


Cozy games são mais do que distração — são pequenos portais para o descanso. Espaços onde o mundo é gentil, os ritmos são suaves, e a gente pode só… existir.

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